domingo, 21 de dezembro de 2008

O Cume

desordem
acúmulo de líquido
um peso que pesa
e cansa

nado até o ponto alto
escalo montanhas de vidro
meus pés descalços doem
e sento

trafego por sinais vermelhos
a rua desliza sob meus dedos
o parafuso desparafusa
e cedo

volume
e a distância dá medo
o sonho morreu
e o perfume venceu
...
e tudo ficou negro
...
no cume de nós mesmos
...


by Solange Mazzeto

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