quinta-feira, 17 de julho de 2008

Contrita

alcanço o botão, apagar o vão, anseio de minh’alma
é o amor ter e não fenecer...
quer ato mais gostoso do que adormecer caído o colo do amor?
generoso me tomo em forma de rei, a rainha não morreu, o cavalo não viveu...
dumas, os pássaros saem de sua toca, rumos? o manto levanta o céu...
nem areia some da dor, nem a flor some da água
o anseio dobra a viga da estrada, o sexo aflora da prisão, o pão é sem nome, curvo me curvo de tua boca caiada de pó, curvo me curvo junto de sua pele dourada com minha alma sonada, e o corpo espiando o entardecer...

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